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O Óleo de Jojoba provém do extracto de Jojoba, também conhecido como Chinensis Simmondsia. O arbusto é originário das zonas de deserto dos Estados Unidos da América e a sua utilização inicial foi feita pelas tribos nativas que colhiam os grãos e extraiam o óleo de forma a utilizarem na pele e cabelos.

(créditos)

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Este arbusto tem crescimento selvagem e na sua maioria cresce em zonas agrestes pelo que os seus grãos têm que ser colhidos manualmente aumentando assim o seu custo.

Este óleo quando extraído por pressão a frio (sem recorrer a químicos) é um óleo amarelo vivo quimicamente estável, não irritante, não tóxico. Tem ainda alta resistência à temperatura o que o torna um produto muito cobiçado pela indústria cosmética. É um óleo de sensação não oleosa e sem aroma.

(créditos)

Na realidade é uma cera líquida e não um óleo, desta forma não é considerado uma gordura nem um triglicerídeo (como os restantes óleos vegetais). Basicamente é chamado de óleo porque é líquido. Quimicamente é rico em ácidos gordos saturados e insaturados e vitaminas A, B, D e E. É ainda semelhante à estrutura das células humanas e desta forma é rapidamente absorvido não deixando a pele com textura oleosa.

A utilização na área da cosmética deste óleo é ampla, hoje em dia começam a existir estudos científicos que comprovam as potencialidades e efectividade deste óleo na regeneração e hidratação da pele e nos tratamentos capilares nomeadamente na regeneração de folículos pilosos (raiz do pelo/cabelo) quando afectados pela alopécia seborreica e na própria regulação da produção de sebo do couro cabeludo!

Tendo em conta as capacidades de regeneração, regulação de sebo e hidratação da pele este óleo é amplamente indicado para, peles desidratadas, oleosas e com tendência a acne, regeneração de lesões da pele (marcas, manchas, cicatrizes e estrias pelo seu alto poder hidratante e estimulação de produção de elastina).

Depois de tanto blábláblá, interessadas neste óleo?

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